Quando o trabalho
artesanal foi substituído pela produção em série, advindo com a
revolução industrial, o homem passou a ser visto somente como uma
máquina de produzir deixando de lado o ato mais sublime do ser
humano que é o de pensar pois é através do pensamento que o ser
cria planeja e faz. Nos dias atuais o ócio é visto como um ato de
pessoas atoas e vagabundas desprovidas de esclarecimentos, diferente
dos tempos quando os grandes filósofos ensinavam o sujeito a pensar.
Hoje o que vemos é que se o sujeito não tiver uma ocupação
produtiva é um ser mal visto pelo seu semelhante. E onde esta o ócio
criativo das pessoas? Esta dentro dos seres marginalizados pela
sociedade, dentro daqueles que não se adaptaram ao capitalismo,
pessoas que se sentem livres no seu modo de viver.
Rogério Gomes
Imagem: http://www.flickriver.com/photos/auto_photo/638539209/

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